Anna Muylaert aposta no VIDEOCAMP para abrir debate em torno das questões tratadas no filme “Mãe Só Há Uma”

Longa-metragem é disponibilizado junto com material de apoio para debates com dados e conceitos sobre identidade de gênero, orientação sexual, intolerância e empatia

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“A maioria das cidades brasileiras não tem salas de cinema, de modo que plataformas que dão acesso aos filmes por meio da internet são de extrema importância para que eles sejam vistos. Eu queria que ‘Que Horas Ela Volta?’ fosse visto pela classe C, e a internet foi a saída. Agora, quero que os jovens assistam ‘Mãe Só Há Uma’ para abrir um debate relevante no que diz respeito à formação única de cada um. Acredito que o VIDEOCAMP é uma ótima plataforma para acesso e debate do filme e suas questões”, diz Anna Muylaert, diretora do filme.

Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA, descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação, o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola  – tudo isso em meio às descobertas da juventude. Esse é o enredo que norteia o filme ‘Mãe Só Há Uma’, que entrou recentemente no catálogo do VIDEOCAMP. Disponibilizada em parceria com a Vitrine Filmes, distribuidora do filme, a obra pode ser utilizada para exibições públicas gratuitas. Veja aqui como organizar uma exibição.

Baseado em uma história real, o filme retrata uma nova geração que tem uma sexualidade fluida e que não se prende a rótulos e promove, assim, uma discussão sobre a afirmação da identidade na juventude. Junto com o longa, o VIDEOCAMP, que assume o cinema como uma poderosa ferramenta da transformação social, oferece um material de apoio contendo dados e informações sobre as principais questões abordadas no filme, como gênero, sexualidade, intolerância, preconceito e empatia.

Para organizar uma exibição de ‘Mãe só há uma’ por meio do VIDEOCAMP, basta clicar aqui.

 

 trailer oficial: